Instituto Brasileiro de Ação Responsável

Câncer, medicamentos e agronegócios são os temas do segundo semestre no Instituto Brasileiro de Ação Responsável

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EO Instituto Brasileiro de Ação Responsável divulgou o calendário das atividades previstas para o segundo semestre de 2018. No total, 3 Fóruns Nacionais devem ser realizados entre setembro e dezembro. São eles:
  • 18 de setembro - III Fórum Nacional Nacional sobre Câncer: avanços no tratamento, tecnologia e suporte ao paciente. Saiba mais.
  • 27 de novembro - X Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil. Saiba mais.
  • 06 de dezembro - VI Fórum Nacional de Agronegócios no Brasil. Saiba mais.
Os eventos são gratuitos, realizados em Brasília e reúnem nomes renomados em cada área. Os temas são escolhidos a partir de um longo debate entre especialistas, acadêmicos e sociedade civil que contribuem com o Instituto que é referência nas áreas de saúde, agronegócios e matriz energética - o tripé do cálculo do PIB brasileiro.
 
O Instituto Brasileiro de Ação Responsável, por meio do Programa Ação Responsável, tem o objetivo de criar cenários para que estudiosos, especialistas, instituições públicas e privadas, sociedade civil e políticos entrem em contato com os temas propostos e possam, a partir daí, criar políticas públicas de qualidade e, consequentemente, uma profunda transformação cultural no Brasil.

As inscrições para os fóruns já estão abertas. Clique aqui para se inscrever no III Fórum Nacional Nacional sobre Câncer: avanços no tratamento, tecnologia e suporte ao paciente. Clique aqui para se inscrever no X Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil. Clique aqui para se inscrever no VI Fórum Nacional de Agronegócios no Brasil
 
Diagnóstico precoce do câncer
Em setembro, a discussão será a respeito do diagnóstico precoce do câncer. No Brasil, a doença já representa a segunda causa de morte, atrás apenas das cardiovasculares. A estimativa do INCA para o biênio 2018-2019, aponta a ocorrência de 600 mil casos novos de câncer por ano. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, e a segunda posição é ocupada pelo câncer de próstata, para homens, e de mama, para mulheres. O número de mortes por câncer no país cresceu 31% em quinze anos, de 2000 a 2015, segundo dados publicados pela OMS. O câncer é a principal causa de morte em 10% das cidades brasileiras, ou seja, 516 municípios sendo que 120 destes apresentam empate com as doenças cardiovasculares.

O tratamento dos diferentes tipos de câncer, em todas as idades, teve expressivos avanços nos últimos anos.  Métodos modernos de imagem, análises bioquímicas e métodos de biologia molecular têm permitido o diagnóstico e o estadiamento mais precisos. Pacientes oncológicos atuais recebem terapêuticas baseadas na história natural da doença e em resultados de estudos científicos, além de ser tratado por equipes multiprofissionais. A oncologia clínica também mudou drasticamente graças ao desenvolvimento e comercialização de novas drogas, novas combinações e, mais recentemente, com as drogas-alvo e imunomoduladoras. Os avanços se traduzem em esperança para os pacientes que têm acesso às inovações.

Apesar do importante e reconhecido progresso no tratamento do câncer, a doença continua crescendo, com perspectiva de ser a principal causa de morte em todo o mundo até o ano de 2020, em conseqüência do crescimento e do envelhecimento da população, bem como da redução na mortalidade infantil e nas mortes por doenças infecciosas em países em desenvolvimento.

O diagnóstico precoce aliado aos atuais métodos terapêuticos e a disseminação das medidas eficazes de prevenção, é fundamental para reduzir a mortalidade por câncer. Entretanto, um número significativo de casos, passíveis de detecção precoce, ainda é diagnosticado em estágios avançados de evolução. O diagnóstico precoce é a maior perspectiva de cura e representa a primeira barreira a ser vencida, com esforço multilateral, envolvendo autoridades governamentais, mídia, população e médicos.
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