Instituto Brasileiro de Ação Responsável

Vídeos - IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática

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Clementina Moreira Alves

Equalizar custo e inovação pode garantir maior acesso à saúde

O Instituto Brasileiro de Ação Responsável, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), realizou em no Senado Federal, em Brasília, o IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática. Na abertura do evento, a presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável e diretora da Agência Íntegra Brasil, Clementina Moreira Alves, ressaltou a importância de debater a ligação entre custo e inovação como garantia da qualidade de vida e de acesso à saúde para a população brasileira.


  Marcos Vinícius de Souza

Tecnologia e inovação são capazes de reduzir custos na saúde

“Tecnologia e Inovação são o único caminho para reduzir custos na prestação de serviços na área da saúde. Acredito que com novas tecnologias será possível dar um melhor atendimento em saúde para as pessoas”, destacou Marcos Vinícius de Souza, secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que discorreu sobre os inúmeros fatores envolvidos no processo de inovação. “Com relação ao Brasil, há um grande potencial para a inovação que pode alavancar a indústria brasileira, melhorando, inclusive, os serviços públicos, permitindo redução de custos, melhorias de dados e de eficiências”, concluiu.



Flávia Rizzini de Andrade

O setor de produtos para saúde é extremamente estratégico para o SUS

“O setor de produtos para saúde é extremamente estratégico para o Sistema Único de Saúde (SUS), pois gera emprego, gera renda, e melhora o acesso à saúde para a população”, ressaltou Flávia Rizzini de Andrade, coordenadora geral de Equipamentos e Materiais de Uso em Saúde, do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, do Ministério da Saúde /DCIIS/SCTIE/MS.


Carlos Eduardo Gouvêa

Desenvolver produtos inovadores sem desperdícios e perdas é desafio

“O sistema existe e tem recursos escassos. Precisamos de eficiência, produtividade, num custo menor, preferencialmente sem desperdícios e com parcerias público-privadas. Temos que buscar saber em quais pontos os nossos pesquisadores podem fazer diferença nas cadeias globais, nas quais o setor de produtos para saúde está inserido”, salientou o presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), Carlos Eduardo Gouvêa.


Murilo Contó

Inovação em saúde requer enfrentar inúmeros desafios

“Quando faço a escolha de uma coisa, acabo abrindo mão de outra porque não tenho recursos. Não consigo atender todas as demandas”, exemplificou o consultor nacional em Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúde da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), Murilo Contó.


 Ana Flávia Pires

Tecnologia trouxe avanços no tratamento de infecções sexualmente transmissíveis

A coordenadora de Laboratórios do Departamento das IST, do HIV/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde (DIAVH/SVS/MS), Ana Flávia Pires destacou o uso de dispositivos no diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis. Citou, entre vários produtos, o aparelho de auto teste de HIV. “Um grande avanço para o tratamento do HIV”, disse. “O futuro desejável é termos, num único local, atendimento, exames, tratamento e acompanhamento”.


Rodrigo Danza

Verdadeira inovação visa gestão eficiente dos serviços de saúde

O gerente comercial da IC - Informação e Conhecimento/Vita Soluções em Saúde, Rodrigo Danza, enfatizou que a inovação acontece na prática quando visa gestão eficiente dos serviços de saúde. Citou ferramentas tecnológicas com grande potencial, como a caneta digital no prontuário de pacientes, o autoatendimento nas unidades de saúde e o SAMU Online.


Paulo Freitas

Efetividade das tecnologias em saúde merece constante avaliação

Paulo Freitas, consultor do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS), detalhou o processo da incorporação das novas tecnologias pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). 


  Fernanda Machado

Avaliação só melhora quando regulação e incorporação caminham juntas

“Melhoria no processo de avaliação de produtos para saúde requer alinhamento dos processos e timings entre a regulação e incorporação (ANVISA e CONITEC) para que então se inicie a jornada de acesso, harmonização e troca de analises com outras agências visando eficiência e agilidade na incorporação e desincorporação, considerando as implicações de saúde”, destacou a especialista em Economia da Saúde, Fernanda Machado.


  Giuliano Sant’Anna

Telemetria diagnóstica diminui tempo e custo de assistência

Giuliano Sant’Anna, diretor geral da BR HomMed, falou sobre a eficácia da telemedicina com o alto impacto junto à população e à mídia. De acordo com ele a telemetria diagnóstica visa assistência remota monitorada, intervenção precoce e menor hospitalização. “Há, nesse cenário, o aumento da qualidade e eficiência, enquanto há reduz de tempo e custo”, destacou.


   Anderson de Almeida Pereira

Regulação garante segurança ao mercado da inovação em saúde

O gerente-geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Anderson de Almeida Pereira, discorreu sobre a importância da regulação de produtos e equipamentos ligados ao setor de saúde, a fim de minimizar riscos. “Parece um pouco contraditório falar de regulação e inovação. Há a impressão de que a regulação impede a inovação. A regulação na verdade vem para intervir na segurança, provendo a garantia da segurança necessária”, explicou.


   Guilherme Rabello

Inovar não é simples nem acontece isoladamente

O gerente Comercial do InovaInCor - Núcleo de Inovação do Instituto do Coração (InCor) - e gerente de Inteligência de Mercado da Fundação Zerbini, Guilherme Rabello, destacou que inovar na teoria é fácil. Mas, na prática, a inovação não é simples e não acontece isoladamente. “É preciso que todas as áreas juntas criem um ecossistema único, que faz com que a inovação aconteça”.


   Lilian Orofino

Modelo padronizado permite coerência regulatória


Lilian Orofino, diretora da ABIIS, encerrou as apresentações do IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática elogiando a atuação da ANVISA, que, segundo ela, está mais aberta ao diálogo e às interações com outras agências mundiais e atenta ao impacto regulatório. Defendeu um modelo de regulação padronizado, visando uma coerência regulatória.


   

Albertina Duarte Takiute abre o II Fórum Nacional de Planejamento Reprodutivo

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