Instituto Brasileiro de Ação Responsável

Vídeos - Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente

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Clementina Moreira Alves

Diagnóstico de câncer não é mais "sentença de morte"

Realizado no dia 22 de setembro de 2016, pelo Programa Ação Responsável, o Fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente” reuniu representantes de diferentes setores de atuação ligados ao tema para debater o assunto em âmbito nacional. A presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável, Clementina Moreira Alves, deu as boas-vindas ao público presente e abriu o evento destacando a importância do debate e de ações multisetoriais para o Brasil avançar no tratamento do câncer.


 Maria de Fátima Marinho

Especialista diz que números atuais de câncer sugerem transição epidemiológica em andamento

De acordo com Maria de Fátima Marinho, do Ministério da Saúde, o câncer é o responsável por mais de 12% de todas as causas de óbito do mundo e um problema de saúde pública mundial. A estimativa é que, até 2030, haja 27 milhões de novos casos da doença. Os números foram apresentados no Fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, no dia 22 de setembro de 2016, em Brasília.



Hervaldo Sampaio Carvalho

Decisão sobre tratamento de câncer deve ser do paciente

Hervaldo Sampaio Carvalho,  tratou do diagnóstico tardio do câncer e defendeu o atendimento centrado no paciente, com atenção aos aspectos sociais e econômicos, em palestra no fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em 22 de setembro de 2016. Relatou a experiência no Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), do Hospital Universitário de Brasília (HUB).


Érika Kokay

Deputada federal defende sabe se produtos da merenda escolar podem provocar câncer

A deputada federal Érika Kokay (PT-DF) ressaltou a importância da abordagem multidisciplinar no tratamento do câncer e defendeu observar quais produtos são oferecidos às crianças na merenda escolar. Kokay foi uma das palestrantes do fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável no dia 22 de setembro de 2016.


Sandro José Martins

Ministério da Saúde estima mais de 500 mil novos casos de câncer no Brasil até fim de 2016

Segundo o coordenador geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas do Departamento de Atenção Especializada e Temática da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS), Sandro José Martins, estima-se que até o final de 2016, haverá 596 mil novos casos de câncer no Brasil. De acordo com ele, o atendimento às pessoas com câncer no país alcança todos os estados da federação, mas ainda com acesso limitado a equipamentos e tratamentos, especialmente os de alta complexidade. Sandro tratou do assunto em palestra no fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável em 22 de setembro de 2016, em Brasília.


 Leandro Pinheiro Safatle

Medicamentos para o câncer são mais baratos no Brasil

De acordo com o secretário executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Leandro Pinheiro Safatle, o Brasil é um dos países que oferece medicamentos acessíveis para o tratamento do câncer. Em palestra no fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em 22 de setembro de 2016, Leandro destacou as características e a importância da regulação do mercado farmacêutico, além da representatividade dos medicamentos oncológicos no Brasil.


 Raquel Lisbôa

Regulação de mercado garante tratamento para o câncer 

Raquel Lisbôa, gerente geral de Regulação Assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), participou do fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em 22 de setembro de 2016. Ela contextualizou o trabalho da ANS como órgão vinculado ao Ministério da Saúde e seu papel na regulação assistencial e também citou revisões importantes no rol de procedimentos disponíveis para o tratamento do câncer. 


 Carlos Gil Ferreira

Brasil carece de estratégia para gerar mais resultado nos tratamentos de câncer

Para o coordenador de Oncologia do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (I'DOR, Brasil), Carlos Gil Ferreira, falta estratégia no Brasil para gerar maiores resultados nos tratamentos de câncer. O médico defendeu a medicina de precisão como base futura da oncologia, entre outras doenças em sua participação no fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em Brasília, no dia 22 de setembro de 2016. 


 Luciana Holtz de Camargo Barros

Apoio na hora do diagnóstico colabora para sucesso do tratamento do câncer 

Luciana Holtz de Camargo Barros, presidente do Instituto Oncoguia, participou do Fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em Brasília, em 22 de setembro de 2016. Ela apresentou as ações da entidade como suporte direto ao paciente com câncer e afirmou que o desafio é mudar a forma como as pessoas pensam a doença, especialmente no momento do diagnóstico. 


Gustavo Fernandes

Atendimento oferecido hoje a paciente com câncer está muito aquém do ideal

O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Gustavo Fernandes, defendeu que a oncologia requer equipes de saúde especializadas, Multiprofissionais, interdisciplinares e transdisciplinares em palestra no fórum “Avanços no Tratamento do Câncer: tecnologia, interdisciplinaridade e suporte ao paciente”, realizado pelo Programa Ação Responsável, em Brasília, em 22 de setembro de 2016. Para o especialista, a forma de atendimento oferecida hoje aos pacientes com câncer está muito aquém do ideal.

 

 

 

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